Falco Lux · Controlo de gaivotas
Gaivotas a roubar comida nas esplanadas, a fazer ninho nos telhados ou a concentrar-se em aterros e portos? Afastamo-las com aves de rapina treinadas, de forma legal, sem captura e sem ferir nenhum animal.

A gaivota-de-patas-amarelas (Larus michahellis) é a espécie mais comum nas cidades e na costa portuguesa. É inteligente, oportunista e aprende depressa: se um local lhe dá comida ou abrigo, volta todos os dias. Nos últimos anos passou a nidificar em telhados urbanos, cada vez mais longe do mar.
Uma ave de rapina treinada voa regularmente sobre a zona, sob controlo de um técnico. As gaivotas associam o local a um predador real e procuram outro sítio. Em espaços urbanos e com pessoas usamos sobretudo a águia de Harris; em grandes áreas abertas, como aterros, usamos falcões de voo alto, mais eficazes com bandos numerosos.
Corujas de plástico, sons gravados e luzes funcionam pouco tempo: as gaivotas percebem que não há perigo e habituam-se. Com um predador verdadeiro, isso não acontece.
Atuamos em Portugal continental, com maior presença no Algarve, no Alentejo e na região de Lisboa.
Em Portugal, as aves selvagens estão protegidas por lei. Capturar ou ferir gaivotas, ou remover ninhos e ovos, não é permitido sem autorização do ICNF. Por isso, a solução tem de afastar as aves, nunca fazer-lhes mal. É exatamente isso que faz a dissuasão com aves de rapina.
De onde vêm as gaivotas, onde pousam e fazem ninho, e a que horas são mais ativas.
Frequência e horários ajustados à rotina do espaço e à época do ano, com medidas físicas quando necessário.
Voos de dissuasão com aves de rapina treinadas, conduzidos por técnicos credenciados, segundo princípios de etologia e bem-estar animal.
Trabalho georreferenciado, indicadores de evolução e, no final, certificado do serviço realizado.
Sim. As gaivotas são aves selvagens protegidas. Matar, capturar ou ferir gaivotas, ou remover ninhos e ovos sem autorização do ICNF, não é permitido.
O ideal é antes da época de nidificação, no fim do inverno. Depois de os ninhos estarem feitos, as gaivotas ficam mais presas ao local.
Não. O objetivo é a dissuasão: as gaivotas afastam-se porque sentem a presença do predador.
Depende da área, do número de aves, da época e da frequência necessária. Depois da visita técnica, que não tem custo, enviamos uma proposta detalhada.
Visita técnica sem custo, diagnóstico e proposta à medida.
Ou ligue: +351 923 329 206 · comercial@falcolux.com