Falco Lux · Controlo de gaivotas

Controlo de gaivotas com aves de rapina

Gaivotas a roubar comida nas esplanadas, a fazer ninho nos telhados ou a concentrar-se em aterros e portos? Afastamo-las com aves de rapina treinadas, de forma legal, sem captura e sem ferir nenhum animal.

Controlo de gaivotas num resort com águia de Harris

Porque é que as gaivotas se tornaram um problema

A gaivota-de-patas-amarelas (Larus michahellis) é a espécie mais comum nas cidades e na costa portuguesa. É inteligente, oportunista e aprende depressa: se um local lhe dá comida ou abrigo, volta todos os dias. Nos últimos anos passou a nidificar em telhados urbanos, cada vez mais longe do mar.

  • Esplanadas e restaurantes: roubam comida dos pratos, assustam clientes e sujam mesas e toldos.
  • Hotéis e resorts: ninhos em coberturas, ruído de madrugada, sujidade em piscinas, varandas e zonas de pequeno-almoço.
  • Época de nidificação: na primavera e no verão defendem as crias e podem tornar-se agressivas com pessoas.
  • Aterros, ETAR e portos: grandes concentrações de aves, com impacto sanitário e operacional.

Como afastamos gaivotas com aves de rapina

Uma ave de rapina treinada voa regularmente sobre a zona, sob controlo de um técnico. As gaivotas associam o local a um predador real e procuram outro sítio. Em espaços urbanos e com pessoas usamos sobretudo a águia de Harris; em grandes áreas abertas, como aterros, usamos falcões de voo alto, mais eficazes com bandos numerosos.

Corujas de plástico, sons gravados e luzes funcionam pouco tempo: as gaivotas percebem que não há perigo e habituam-se. Com um predador verdadeiro, isso não acontece.

  • Sem captura, abate, venenos ou químicos.
  • Horários planeados fora dos momentos de maior movimento.
  • Presença reforçada antes e durante a época de nidificação.
  • Licença do ICNF, documentação CITES e seguros.

Onde fazemos controlo de gaivotas

Atuamos em Portugal continental, com maior presença no Algarve, no Alentejo e na região de Lisboa.

Hotéis e resorts

Coberturas, piscinas, varandas e empreendimentos turísticos.

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Restaurantes e esplanadas

Esplanadas sem gaivotas a roubar comida nas horas de serviço.

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Portos e docas

Cais, armazéns portuários e marinas.

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Aterros e ETAR

Grandes bandos em áreas abertas, com falcões de voo alto.

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As gaivotas são aves protegidas

Em Portugal, as aves selvagens estão protegidas por lei. Capturar ou ferir gaivotas, ou remover ninhos e ovos, não é permitido sem autorização do ICNF. Por isso, a solução tem de afastar as aves, nunca fazer-lhes mal. É exatamente isso que faz a dissuasão com aves de rapina.

Leia também: como afastar gaivotas de esplanadas →

Como decorre o serviço

1. Visita técnica sem custo

De onde vêm as gaivotas, onde pousam e fazem ninho, e a que horas são mais ativas.

2. Plano à medida

Frequência e horários ajustados à rotina do espaço e à época do ano, com medidas físicas quando necessário.

3. Intervenções regulares

Voos de dissuasão com aves de rapina treinadas, conduzidos por técnicos credenciados, segundo princípios de etologia e bem-estar animal.

4. Relatório mensal e certificado

Trabalho georreferenciado, indicadores de evolução e, no final, certificado do serviço realizado.

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Perguntas frequentes

É proibido matar gaivotas em Portugal?

Sim. As gaivotas são aves selvagens protegidas. Matar, capturar ou ferir gaivotas, ou remover ninhos e ovos sem autorização do ICNF, não é permitido.

Quando devo começar o controlo de gaivotas?

O ideal é antes da época de nidificação, no fim do inverno. Depois de os ninhos estarem feitos, as gaivotas ficam mais presas ao local.

A águia ataca as gaivotas?

Não. O objetivo é a dissuasão: as gaivotas afastam-se porque sentem a presença do predador.

Quanto custa o controlo de gaivotas?

Depende da área, do número de aves, da época e da frequência necessária. Depois da visita técnica, que não tem custo, enviamos uma proposta detalhada.

Gaivotas no seu espaço?

Visita técnica sem custo, diagnóstico e proposta à medida.

Ou ligue: +351 923 329 206 · comercial@falcolux.com